Informação sobre labirintite, causas, sintomas e tratamento de labirintite. descrevendo os diversos tipos de labirintite, como labirintite aguda, crônica e esclerosante, com propostas de tratamento natural, médico e alternativo, assim como dicas de uma alimentação adequada de modo a prevenir e evitar labirintite.

Evitar a labirintite

Algumas dicas para prevenir ou evitar uma crise de labirintite:
  1. Coma menos e mais vezes durante o dia a cada três horas é o ideal. Assim, você evita o excesso de comida e assegura o aporte contínuo de açúcar e oxigênio para o ouvido interno.
  2. Não exagere no sal e no açúcar. Esses alimentos interferem no equilíbrio de sódio e potássio nas células, o que provoca um aumento de pressão na região do labirinto.
  3. Não abuse de massas, embutidos, carne vermelha, chocolate e gorduras em geral.
  4. Evite café, chá, refrigerantes com cafeína, cigarro e álcool. Eles são considerados agentes desencadeantes da labirintite.
  5. Não tome medicamentos sem orientação médica e quando houver alteração de pressão repentina (barotrauma), como, por exemplo, subir e descer montanhas, andar de avião ou mergulhar.
  6. Não leve uma vida sedentária. Os exercícios estimulam a circulação e o bem-estar de todo organismo. Tente caminhar de trinta a quarenta minutos todos os dias.
  7. Beba muito líquido, no mínimo oito copos de água por dia. Os líquidos estimulam o bom funcionamento dos rins, o que elimina as toxinas acumuladas no corpo.
  8. Fique longe do excesso de barulho e do estresse. A tensão e a ansiedade podem desencadear uma crise.
  9. Trate doenças como hipertensão, hipertireoidismo, alterações hormonais, diabetes e obesidade, que deixam o corpo mais predisposto à labirintite.
  10. Quando é difícil fazer o diagnóstico da causa na consulta, a saída é recorrer aos exames. Alguns simples, como audiometria, usada para checar deficiências auditivas, ou mesmo os laboratoriais (hemograma, glicose, etc.). Os médicos também podem recomendar opções mais sofisticadas, como a posturografía computadorizada. O exame é realizado por um aparelho chamado Unidade de Reabilitação do Equilíbrio (BRU). Ligado a um computador, ele recria situações do dia-a-dia que provocam o desequilíbrio em subir e descer escadas e movimentos bruscos do corpo.
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